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Servidores da educação municipal voltam a protestar e cobram recomposição salarial em Rio Branco

Servidores da educação municipal voltam a protestar e cobram recomposição salarial no AC Os servidores da educação municipal de Rio Branco voltaram a prot...

Servidores da educação municipal voltam a protestar e cobram recomposição salarial em Rio Branco
Servidores da educação municipal voltam a protestar e cobram recomposição salarial em Rio Branco (Foto: Reprodução)

Servidores da educação municipal voltam a protestar e cobram recomposição salarial no AC Os servidores da educação municipal de Rio Branco voltaram a protestar na manhã desta sexta-feira (17), em frente em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), no Centro da capital. Organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), a manifestação cobra a recomposição da estrutura da tabela salarial da categoria, com a restituição de 10% que, segundo o sindicato, foram retirados dos vencimentos dos trabalhadores. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp O ato também busca pressionar o Governo do Estado a retomar as negociações sobre a pauta. De acordo com o Sinteac, a reivindicação se arrasta há mais de três anos sem avanços. O g1 entrou em contato com o Executivo e aguarda retorno. 👉Contexto: A mobilização ocorre pouco mais de um mês após o fim da greve dos servidores, encerrada em 2 de junho, depois de 13 dias de paralisação. Na ocasião, prefeitura e sindicatos firmaram um acordo durante audiência de conciliação no Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), que garantiu reajuste de 5% para a categoria e a criação de uma comissão para discutir outras reivindicações. No entanto, segundo o Sinteac, parte das demandas segue sem solução, entre elas a recomposição da estrutura da tabela salarial, considerada uma das principais pautas do movimento. Manifestação organizada pelo Sinteac reúne servidores da educação municipal em frente à Aleac, na manhã desta sexta-feira (17), em Rio Branco Seronilson Marinheiro / Rede Amazônica Segundo a presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, a reivindicação permanece a mesma apresentada pela categoria em manifestações anteriores e envolve a valorização dos profissionais da educação. Durante o protesto, a sindicalista também relacionou a reivindicação à necessidade de maior transparência na aplicação dos recursos destinados à educação. "É uma pauta antiga, que já tem mais de três anos. Infelizmente, não tem um compromisso com a educação. Já resolveram problema com o PCCR de outras secretarias, menos da educação, sendo que a situação é a mesma. Para nós, a Lei de Responsabilidade Fiscal existe. Estamos reivindicando aqui porque o chefe de gabinete ficou de marcar uma reunião e ligar, mas isso não aconteceu", afirmou. LEIA MAIS: Com caixão e luto, professores mantêm greve e voltam a protestar em Rio Branco Operação apura desvio de recursos da Educação, mira ex-secretário e cumpre 21 mandados no Acre Acre tem mais de 250 vagas do Fies para o 2º semestre de 2026 Rosana afirmou ainda que o sindicato deve tentar abrir uma nova rodada de negociações com o Governo do Estado. Caso não haja resposta, a categoria deve discutir novas mobilizações. "Nós vamos buscar uma reunião com a governadora e também com a Casa Civil. Dependendo do resultado, vamos convocar a categoria para um movimento maior. Quem decide os próximos passos são os trabalhadores", completou. Manifestação organizada pelo Sinteac reúne servidores da educação municipal em frente à Aleac, na manhã desta sexta-feira (17), em Rio Branco Seronilson Marinheiro / Rede Amazônica Protestos A mobilização desta sexta ocorre pouco mais de um mês após a greve dos servidores da educação municipal de Rio Branco, iniciada em 20 de maio. A paralisação durou 13 dias e chegou ao fim em 2 de junho, após um acordo firmado entre os sindicatos e a Prefeitura de Rio Branco durante uma audiência de conciliação no Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC). O entendimento garantiu reajuste de 5% para a categoria e a criação de uma comissão para discutir outras reivindicações consideradas pendentes pelos trabalhadores. Durante o movimento grevista, os servidores fizeram uma série de manifestações em diferentes pontos da capital. Em 1º de junho, vestidos de preto, os trabalhadores levaram um caixão para um ato simbólico chamado de "velório da educação", em frente ao Tribunal de Justiça do Acre, em protesto contra a falta de avanços nas negociações. Professores fazem nova manifestação por melhorias de trabalho em Rio Branco Dias antes, em 26 de maio, a greve havia sido suspensa por decisão liminar do Tribunal de Justiça, que determinou o retorno das atividades nas escolas municipais no prazo de 24 horas e fixou multa diária aos sindicatos. Mesmo após a decisão, parte da categoria manteve as mobilizações e fez novos protestos enquanto as negociações continuavam até a audiência de conciliação que encerrou o movimento. VÍDEOS: g1